segunda-feira, 9 de agosto de 2010

BNDES amplia prazo para projetos de energia alternativa

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou hoje mudança em suas condições de financiamento a projetos de energia alternativa. De acordo com o informe da instituição, foi ampliado de 14 anos para 16 anos o prazo máximo de amortização de financiamentos para projetos de energia eólica, biomassa e pequenas centrais hidrelétricas (PCHs). Na avaliação do banco, com a mudança, as condições de financiamento desses empreendimentos se equiparam às oferecidas a usinas hidrelétricas entre 30 megawatts (MW) e 1.000 MW.
Outro ponto destacado pelo banco, em seu comunicado, é que a medida poderá produzir efeitos diretos sobre os preços a serem ofertados nos leilões de fontes alternativas de energia (eólica, biomassa e PCH - abaixo de 30 MW) que ocorrerão nos próximos dias 25 e 26 de agosto. O BNDES lembrou que o financiamento é contabilizado como se fosse um item de custo de implantação de uma usina. Para o banco, melhores condições de financiamento podem significar menor tarifa final, o que poderia beneficiar o consumidor.
O banco explicou ainda que o alongamento do prazo está em linha com um dos pilares da política energética, de diversificar a matriz elevando gradualmente a inserção das fontes alternativas - que têm menor impacto ambiental e mais rápido prazo de implantação - no Sistema Integrado Nacional (SIN).

Fonte:http://www.parana-online.com.br/editoria/economia/news/467466/?noticia=BNDES+AMPLIA+PRAZO+PARA+PROJETOS+DE+ENERGIA+ALTERNATIVA

Postado por: Mariana

domingo, 8 de agosto de 2010

Cientistas descobrem como a eletricidade move-se através das células


Eletricidade biológica


Cientistas da Universidade de Minnesota, nos Estados Unidos, obtiveram a primeira imagem molecular de um sistema biológico que movimenta os elétrons entre as proteínas nas células.
A conquista é bem mais do que um avanço para a biologia, podendo fornecer informações que poderão ser úteis para minimizar a perda de energia em sistemas elétricos artificiais que vão dos dispositivos em nanoescala, como os transistores eletrônicos, até a transmissão de eletricidade pelas redes nacionais de distribuição de energia.
"A evolução tem ajustado a transmissão de eletricidade nos organismos por muito mais tempo do que os humanos a utilizam," afirma Carrie Wilmot, que coordenou a pesquisa.
"Nós podemos aprender um bocado com a natureza sobre como usar a eletricidade de forma mais eficiente. Esta nova visão de como o corpo usa a energia elétrica poderá permitir que a nanotecnologia reduza ainda mais os circuitos eletrônicos, bem como aumentar a eficiência das redes que fornecem energia para as residências e as empresas," prevê Wilmot.


Bioeletricidade


Embora não dependamos de uma tomada ou de baterias para funcionar, a energia gerada pelo movimento intracelular dos elétrons é a fonte de energia fundamental que permite que os seres humanos existam.
Conforme os elétrons se movem no interior das células, a energia é canalizada para criar moléculas complexas, como proteínas e DNA. A chamada bioeletricidade está na base dos elementos fundamentais que permitem que os organismos cresçam, sobrevivam e armazenem energia.
As imagens feitas pela equipe de Wilmot, obtidas por meio de cristalografia de raios X, garantirão um avanço significativo nos esforços para entender melhor todos esses processos vitais.
"Visualizar a estrutura cristalina do complexo sistema celular de transferência de elétrons é como estar atrás do palco em um show de mágica," comentou Vernon Anderson, do Instituto Nacional de Ciências Médicas dos Estados Unidos. "Nós sempre sabemos que há um truque, mas agora o grupo de Wilmot conseguiu uma visão única de como esta extraordinária façanha química é realizada."



Manipulação de elétrons


A pesquisa apresenta resultados que se enquadram bem na classificação clássica de ciência básica. Contudo, a manipulação de elétrons em sistemas artificiais ocorre em dimensões cada vez menores conforme os circuitos ganham em miniaturização, o que a torna diretamente afeta também à tecnologia.
Os resultados são extremamente interessantes para inúmeras aplicações práticas e com possibilidades de uso imediato nas diversas tecnologias que se unem para formar não apenas o campo altamente interdisciplinar da nanotecnologia, mas mais especificamente, a microeletrônica, a fotônica, a plasmônica e outras.

retirado de: http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=como-eletricidade-move-se-atraves-celulas&id=010815100315
postado por: Fernanda

sábado, 7 de agosto de 2010

Descoberto novo processo de conversão da energia solar

Pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, descobriram como usar simultaneamente a luz e o calor do Sol para gerar eletricidade.
A técnica tem o potencial para produzir energia solar com o dobro da eficiência dos métodos existentes, tornando-a barata o suficiente para competir com as termelétricas que queimam derivados de petróleo.


Emissão termiônica

Batizado de "emissão termiônica de fótons otimizada", ou PETE (Photon Enhanced Thermionic Emission), o processo promete superar a eficiência tanto das atuais tecnologias de conversão fotovoltaica - os conhecidos painéis solares - quando das usinas termossolares - que usam o calor do Sol para aquecer líquidos que giram turbinas para gerar a eletricidade.
Ao contrário das células solares atualmente usadas nos painéis solares - que perdem eficiência quando a temperatura aumenta - o novo dispositivo se destaca justamente pelo bom funcionamento em altas temperaturas, o que permite seu funcionamento simultâneo no processo termossolar.
"Este é realmente um avanço conceitual, um novo processo de conversão de energia, não apenas um novo material ou uma variação levemente diferente," disse Nick Melosh, que liderou o grupo de pesquisa. "É realmente algo fundamentalmente diferente de como você pode coletar energia."
A célula solar PETE junta em um único componente o mecanismo quântico das células solares - os fótons excitam os elétrons - com o mecanismo termal - que usa a luz do Sol concentrada como fonte de energia termal para produzir eletricidade indiretamente por meio de um motor de calor.
O componente é baseado na emissão termiônica de elétrons fotoexcitados em um catodo semicondutor funcionando em alta temperatura.
Recentemente, cientistas do MIT também anunciaram a descoberta de uma
nova forma de produzir eletricidade, usando nanotubos de carbono.

Conversão térmica com conversão fotovoltaica

A maioria das células solares usa o silício para converter a energia dos fótons da luz do Sol em eletricidade - o inconveniente é que essas células coletam apenas uma parte do espectro da luz, com o restante gerando apenas calor.
Se esta energia desperdiçada na forma de calor pudesse ser capturada, as células solares poderiam ser muito mais eficientes. O problema é que são necessárias altas temperaturas para fazer funcionar os sistemas baseados na conversão de energia térmica, e a eficiência da célula solar diminui rapidamente em altas temperaturas.
O que os pesquisadores fizeram agora foi encontrar uma maneira de casar a tecnologia da conversão térmica com as células solares.
O grupo de Melosh descobriu que revestir um material semicondutor com uma fina camada do metal de césio torna o material capaz de usar tanto a luz e quanto o calor para gerar eletricidade.
"O que nós demonstramos é um novo processo físico que não é baseado nos mecanismos fotovoltaicos conhecidos, mas que é capaz de dar uma resposta fotovoltaica sob temperaturas muito altas," disse Melosh. "Na verdade, ele funciona melhor em temperaturas mais elevadas. Quanto mais alta a temperatura, melhor."


Coletor fototermossolar

Enquanto a maioria das células solares de silício deixa de funcionar quando a temperatura atinge 100 graus Celsius, o dispositivo PETE não atingiu sua eficiência máxima até que a temperatura estivesse bem acima de 200 ºC.
Isto significa que um coletor PETE deverá funcionar melhor em
coletores solares parabólicos, que podem chegar aos 800 ºC.
Melosh calcula que o processo PETE pode chegar a 50 por cento de eficiência ou mais usando concentradores solares. Se combinado com um ciclo de conversão térmica, pode chegar a 55 ou mesmo 60 por cento - quase triplicando a eficiência dos sistemas atuais.
Os pesquisadores usaram o semicondutor nitreto de gálio no seu protótipo. A eficiência ficou abaixo do previsto teoricamente, mas eles escolheram o nitreto de gálio porque era o único material disponível que tinha mostrado sinais de ser capaz de resistir às temperaturas elevadas nas quais eles estavam interessados.
Com o material adequado - provavelmente o arseneto de gálio - a eficiência real do processo pode chegar até a 50 ou 60 por cento. O próximo passo é testar esse e outros materiais candidatos para seu novo coletor fototermossolar.


retirado de : http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=novo-processo-conversao-luz-solar-eletricidade&id=010115100805

postado por: Fernanda

Quando as ideias são levadas ao extremo

Criar um cinturão ao redor da Terra com placas de energia fotovoltaica. Parece uma boa ideia?


O Japão planeja executar essa ideia para gerar toda a eletricidade que precisamos na Terra. Para isso, seria construído um cinturão com largura de 11 mil quilômetros de placas fotovoltaicas ao redor do equador.
A eletricidade gerada por essas células seria transportada em microondas ou laser em forma de radiação para a Terra. Para isso teríamos que instalar uma antena de 20 quilômetros de diâmetro para fazer a captação. Por outro tipo de antena, a radiação será convertida de novo em eletricidade em estações de energia.
Com o tempo, o cinturão poderia ter uma largura de até 400 quilômetros e seria suficiente para gerar energia limpa para toda a humanidade.Ele seria construído por robôs montados no espaço e levados para a superfície lunar por uma equipe humana de suporte. O cinturão seria construído com o máximo de materiais que possam ser retirados do próprio solo lunar.
A Teoria é perfeita e resolveria uma série de problemas que andamos enfrentando por aqui. Mas será que isso é possível? Quais os tipos de problemas que isso geraria?

retirado de: http://www.energiaeficiente.com.br/category/eficiencia-energetica/

postado por: Fernanda

Pesquisadores estadunidenses inventam uma bateria que poderia alimentar uma casa

Cientistas estadunidenses criaram um protótipo à pequena escala de uma bateria que poderia armazenar a energia suficiente para alimentar uma casa durante todo o dia. O protótipo, imagem abaixo, é um pequeno disco que poderia tornar mais eficiente ainda a utilização das energias renováveis de um lar.



Imaginem sua casa com painéis solares e alguma pequena turbina eólica caseira, e sem a necessidade de ter uma sala especial para alojar às pesadas baterias que alimentarão a casa se há pouco vento, ou está nublado, ou a noite.Pesquisadores da Ceramatec, em Utah, Estados Unidos, desenvolveram uma nova bateria que pode armazenar energia elétrica suficiente para o consumo diário de um lar mediano.Esta nova bateria trabalha a base de sódio-sulfeto, composto que costuma operar a temperaturas muito altas. Mas os pesquisadores conseguiram que opere a uma temperatura muito menor, e assim deixa de ser só um composto utilizável a nível industrial, e passa a ser residencial.A bateria desenvolvida pelos pesquisadores da Ceramatec se vale de uma membrana de cerâmica que é localizada entre o sodio e o sulfeto. Deste modo só permite a passagem de íons positivos de sódio, deixando os eletrons que criam uma corrente elétrica útil.Por enquanto estão trabalhando com protótipos, mas esperam que deverá já ser comercializado no ano de 2011 com preço estimado de 2 mil dólares, barato se calcularmos o custo da nossa conta de energia elétrica.

retirado de: http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=7232
postado por: Fernanda

Empresa cria uma turbina eólica sem pás baseada em um invento de Tesla

Solar Aero, uma empresa de pesquisa com sede em New Hampshihre, Estados Unidos, apresentou sua nova turbina eólica sem pás baseada em uma patente apresentada por Nikola Tesla em 1913. O mecanismo baseia-se na circulação de um fluído viscoso para mover a turbina e gerar a energia.



A única parte móvel da turbina encontra-se em seu interior, de maneira que quem olha não vê movimento algum salvo a rotação do aparelho enquanto se ajusta para enfrentar o vento. A companhia afirma que ademais, o custo da eletricidade produzida por este aparelho é atraente. Segundo a Solar Aero, ao longo de sua vida esta turbina poderia gerar eletricidade a um preço médio de 12 centavos de dólar por kilowatt hora. Um preço comparável ao da eletricidade produzida por uma central térmica de combustão de carvão. E se não estiverem mentindo, esta turbina requereria ademais custos bem menores de manutenção. Pois se já não fosse o bastante, a turbina conta com mecanismos de proteção externos para proteger à fauna selvagem, especialmente às aves.

retirado de: http://www.mdig.com.br/index.php?itemid=11939
postado por: Fernanda